domingo, 16 de agosto de 2009

Lights will guide you home...


Os olhos têm um quê insondável, intransponível, infindável. Um silencio que mais diz do que cala. ensurdecedor... E o que resta é só o silêncio...

Uma solidão que não é sua, não a pertence, não faz parte dela. Reações que não correnspondem aos seus comandos, alma presa num estúpido invóluco de ilusões. Nada do que diz ou faz se parece com o que realmente queria dizer ou fazer... nada. Ela tenta, invoca todas as força tentando desvencilhar-se das armadilhas da prisão.

No entanto, um impiedoso sentinela se mostra presente para lembrá-la de que é é impossível sair dalí, lembrar-lhe que é fraca, lembrar-lhe do medo... da escuridão...

Como um pássaro enjaulado, ela está atrás das grades, julga-se presa, não consegue mais lutar... E então? O que resta é chorar? Mas chora baixinho... "He can hear me"...


Sua poesia é tão bela quanto o canto dos pássaro cativo, mas, ao contrário do passarinho, não é uma gaiola de ferro que a impede de voar.

Um comentário:

  1. Voa passainho... Não há nada que te impeça de voar... Lindo Aninha..... Um beijinho, amiga!

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